segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ano do Centenário.

Nos 100 anos do Corinthians houve investimentos em marketing. Como nunca antes na história desta nação. Sim, criaram a “Nação Corintiana”, com direito a certidão de nascimento e atestado de corintianismo.

Nos 100 anos do Corinthians houve esforço para fazer o maior artilheiro das Copas entrar em campo. Com seu sobrepeso o fenômeno jurava amor eterno ao timão, quando jogou resolveu. Mas jogou pouco, falou muito, tuitou mais ainda!

Foi no ano do centenário que o Corinthians montou seu superelenco. Contratou o Sr. Libertadores. Contou com a genialidade do novo Messi, o maior goleador do Youtube. Chamou um especialista em bolas paradas, lateral pentacampeão, meia que já havia ganho Mundial Interclubes.

Neste mesmo ano o Corinthians, ainda líder do Campeonato Brasileiro, 100% de aproveitamento, cedeu seu treinador à Seleção Brasileira. E tinha a dupla de volantes também da esquadra canarinho. E tudo para ser o campeão.

E teve festa, anúncio de estádio provável sede da abertura da Copa do Mundo. Mas faltou o que o Corinthians sempre teve de melhor: garra e amor à camisa.

Por isso, no ano do Centenário, com Ronaldo, Roberto Carlos, Elias e tantos craques, senti saudade do Wilson Mano.

3 comentários:

Caféína disse...

Quer o telefone do Procon?
Pô Rafa, sei o quanto vc gosta deste time, mas, sinceramente, decepção heim!!?!

Laura Fuentes disse...

Liga não, mano! rsrs Só quem é Coringão entende.

Laura Fuentes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.