segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Luz

Contigo li as horas
Aprendi

A graça das amoras
Clareza das auroras
Ah, eu vivi

Eis o poeta agora
Que conheci

Em viagem alma afora
Em afeto que decora
Quando sorri

Eis a poesia que aflora
Beleza sem demora
Encanto que já vi

Hoje os versos que outrora
Ousaram ir embora
Eu reconheci

Pois palavra que namora
Que em meu peito sempre mora
Vem de ti

(poesia feita para meu pai, em homenagem ao seu aniversário que aconteceu na última sexta-feira)

2 comentários:

Natascha disse...

lindo !

Laura Fuentes disse...

Que bela homenagem. Gosto quando você se solta do soneto, fica sempre mais espontâneo.