Contigo li as horas
Aprendi
A graça das amoras
Clareza das auroras
Ah, eu vivi
Eis o poeta agora
Que conheci
Em viagem alma afora
Em afeto que decora
Quando sorri
Eis a poesia que aflora
Beleza sem demora
Encanto que já vi
Hoje os versos que outrora
Ousaram ir embora
Eu reconheci
Pois palavra que namora
Que em meu peito sempre mora
Vem de ti
(poesia feita para meu pai, em homenagem ao seu aniversário que aconteceu na última sexta-feira)
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
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2 comentários:
lindo !
Que bela homenagem. Gosto quando você se solta do soneto, fica sempre mais espontâneo.
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