quinta-feira, 16 de julho de 2009

Carta a um amigo que mora longe.

Amigo, lembrei de você ontem. Foi logo quando abri uma botella de vinho italiano. Se estivéssemos juntos, você falaria: “este é o preferido do Zambrota”. Piada típica que pouca gente acha graça. Nós cairíamos na risada.

Confesso: faz falta seu cotovelo nos balcões que ando frequentando. E também faz falta os comentários esdrúxulos que ainda hoje, de longe, insistimos em trocar por e-mail.

Gargalhei ao lembrar das histórias que criamos juntos. A do garçom que era um ex-zagueiro do Juventude. “Uma promessa”, dizíamos. Garanto que você também se recorda das “Garrinchinhas”, três senhouras com o cabelo pintado de louro que vimos numa noitada daquelas.

Meu time foi campeão. Duas vezes. Não teve tanta graça tirar sarro de outras pessoas. Queria mesmo é telefonar para você. Certamente nossa discussão terminaria numa cervejada seguida das nossas presepadas.

Teve show do Maiden por aqui. Teve muito churrasco por aqui. Teve Teatro Mars de madrugada. E a saudade só não foi maior porque acredite: você estava lá comigo.

2 comentários:

Andréa disse...

Que carta linda, Rafa!
E sejamos sinceros: como é bom ter amigos.
Mesmo que estes já não estejam, assim, tão perto da gente, ainda fazem um bem enorme.
Bj da amiga Andréa

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